O restaurante Salone pasta&bar, no aterro do rio Fontanka, é um projeto conjunto de Mikhail Sokolov e Timur Dmitriev, dedicado à cozinha italiana. À frente da cozinha está o chef Vladislav Koptev.
O interior do Salone pasta&bar é feito de forma a dar vontade de ficar: afrescos irónicos ao estilo renascentista convivem com mobiliário vintage, o balcão de bar em latão dialoga com uma grande mesa comunitária que atravessa as salas, e a luz foi montada por decoradores de teatro. Louça Ginori, copos austríacos Mark Thomas e talheres antigos de feiras de velharias francesas — cada objeto aqui tem a sua própria história. O design foi criado por Ksenia Smirnova, que já tinha trabalhado na decoração do «Atelier» e de outros projetos de destaque em São Petersburgo e Moscovo.
Na opinião da equipa do nosso guia gastronómico, o Salone é um dos melhores restaurantes italianos da cidade, com uma atmosfera agradável e um público interessante.
A massa aqui divide-se em duas linhas. A caseira — de trigo mole, moldada à mão segundo uma receita da região da Emília-Romanha. A industrial — a Gentile, de Gragnano, perto de Nápoles, uma das marcas mais conhecidas do sul de Itália. Esta combinação de norte e sul não é acidental: a cozinha do Salone não se fecha numa só região, mas abrange a gastronomia italiana em toda a sua amplitude. Parte das opções do menu é bem conhecida, outras são especialidades raramente encontradas fora dos seus lugares de origem.
A carta de cocktails foi composta pelo chef de bar Vadim Ovchinnikov. Nela, as bebidas de autor convivem com os clássicos — o princípio geral é a sazonalidade e uma vasta gama de sabores. As bebidas têm entoações diferentes, mas seguem uma direção comum: estão reunidas em torno de associações italianas — de hábitos do quotidiano ao cinema e à arte. A carta de vinhos segue uma lógica semelhante: há clássicos reconhecidos, vinhos da nova vaga e pequenas caves, onde importam a abordagem artesanal e um trabalho cuidadoso com o vinho.
Os nossos clientes incógnitos deram 8 em 10 ao jantar — por uma cozinha precisamente calibrada, um interior bem pensado e um serviço que se sente como ser recebido em casa de alguém, e não servido num restaurante. O nome Salone traduz-se do italiano como «sala de estar» — e não é apenas uma metáfora, mas o princípio segundo o qual se trata cada cliente aqui.