Os melhores restaurantes de Dubai

Os melhores restaurantes de Dubai

O guia The Taste dos melhores restaurantes de Dubai: cozinhas de autor, vistas para o Burj Khalifa e para a baía, moradas para o pequeno-almoço, um almoço de negócios e uma noite longa com amigos.
13.08.26

Dubai está sobrecarregada de restaurantes — a equipa do guia The Taste selecionou para esta lista apenas as moradas que realmente valem a noite.

Os melhores restaurantes de Dubai não são só a vista para o Burj Khalifa ou um terraço junto ao mar, mas chefs, cozinhas e salas concretas pelas quais vale a pena reservar mesa com antecedência. Numa cidade com uma densidade de estabelecimentos por metro quadrado que assusta até os guias mais experientes, reunimos moradas onde a cozinha e o ambiente funcionam em conjunto: gastrobares de restauradores russos ao lado de izakayas e brasseries de chefs com estrela Michelin, steakhouses com vista para o edifício mais alto do mundo e pastelarias sem açúcar nem glúten. Há aqui restaurantes de Dubai para um almoço de negócios no DIFC, um jantar em família em Palm Jumeirah e um pequeno-almoço em Jumeirah com vista para o jardim. Se está a pensar onde ir em Dubai na próxima viagem, comece por esta lista: reúne restaurantes de Dubai verificados pela redação do The Taste, da cozinha japonesa e italiana à clássica grega e aos menus degustação de autor.

No Dubai Hills Business Park, o gastrobar Duo band — projeto de Dmitry Blinov e Renat Malikov — constrói o menu sobre uma base europeia com toques asiáticos: polvo com romesco, esparguete com caranguejo de Kamchatka, tártaro de vaca com parmesão, frango com cantarelos e trufa negra. A carta de vinhos está montada como uma memória de viagens pelas vinhas da Europa. A sala é calma e sóbria: cores suaves, texturas naturais, nada de exibicionismo — vem-se aqui por um jantar sem agitação, mas de sabor intenso. No bar juntam-se ainda cocktails, por isso é fácil vir tanto para jantar como só para uma conversa longa ao balcão.

Na cozinha do Gaia, em Gate Village, trabalha Izu Ani — chef que antes lançou o bar LPM e criou o menu do Carine, no golf club Emirates. Aqui a cozinha é greco-mediterrânica sem afetação: mezes, peixe e marisco na grelha, legumes, cocktails que remetem para as tradições vinícolas da Antiguidade. A sala está decorada como uma taverna grega luminosa. Entre os habituais estão membros da família real dos Emirados, o xeque Mohammed bin Rashid Al Maktoum e o seu filho, o xeque Hamdan, o que diz muito sobre o estatuto do sítio. Relógios vintage, ânforas e tons claros fazem da sala não um cenário, mas parte de um espírito grego genuíno, sem artifícios de resort.

O quinto projeto do White Rabbit Family — de Boris Zarkov e Vladimir Mukhin — abriu na J1 Beach, em Jumeirah, e apostou no marisco: ostras, carpaccio de vieira, tártaro de atum, o caranguejo da casa, bacalhau negro com missô, lagosta e entrecosto à escolha. A decoração joga com contrastes — sofás cinzento-bege com almofadas vivas, cadeiras em tecido laranja e creme, tampos de pedra sob toalhas brancas. As janelas em arco deixam entrar luz e abrem a vista para o mar. A cozinha assenta no peixe e no marisco, e a sala panorâmica junta ao jantar a escala típica de Dubai, sem teatralidade a mais.

No Dubai Opera Plaza, Vladimir Chistyakov (Grace) e Aleksandr Loshchinin (Folk) montaram um menu em que os clássicos franceses encontram as especiarias do Médio Oriente: terrina de foie gras com damasco, tâmaras recheadas, trufa de chocolate. Os cocktails são dedicados a personagens literárias — de Saint-Exupéry aos contos das «Mil e Uma Noites». A decoração é do arquiteto sul-africano Tristan du Plessis — o resultado é uma biblioteca parisiense em mármore e cristal. Esta dupla torna o restaurante acessível para um jantar sem protocolo rígido, mas com um trabalho de autor bem visível na cozinha.

No primeiro piso do hotel Address Downtown, Vladimir Mukhin construiu o jantar como uma performance: oito pratos de degustação, cada um acompanhado da sua própria projeção audiovisual nas paredes e no teto. A sala combina luxo e futurismo — um balcão de bar em madeira brilhante, cadeiras em veludo, mesas redondas com toalhas claras. No centro da sala há uma mesa com instalações interativas, à volta da qual se constrói todo o espetáculo. A seleção de bebidas foi pensada para cada momento da refeição. A sala imersiva reforça esta ideia: aqui o jantar não se sente como um espetáculo em vez de comida, mas como um outro olhar sobre sabores conhecidos.

O restaurante de Joey Ghazal no The DoubleTree by Hilton funciona desde 2015 e mantém o rumo no marisco: ostras, lagosta e peixe fresco convivem no menu com bifes e costeletas. A decoração inspira-se na costa leste dos Estados Unidos, onde o fundador passava as férias de verão — madeira escura, candeeiros luxuosos, um mosaico contrastante no chão e plantas vivas criam a atmosfera de um bar vintage da Nova Inglaterra. Ao longo dos anos, o The Maine já reuniu prémios como «Best Newcomer» e «Best Restaurant Bar». Graças a isso, o The Maine continua a ser um restaurante onde se pode montar a noite à volta de ostras, grelha e um copo de vinho.

A izakaya em Gate Village, a dois passos do Burj Khalifa, faz cozinha japonesa sem olhar para os clássicos: bacalhau negro marinado em missô numa folha de hoba, lombo de vaca picante com sésamo e chili, robalo chileno grelhado com pimento verde e gengibre. Aos sábados, a partir do meio-dia, há aqui um brunch Baikingu — sushi, robata, petiscos quentes e frios sem limite. Dois pisos, luz suave, formas macias na decoração e janelas panorâmicas com vista para a cidade completam o quadro. O formato serve tanto para um jantar de negócios como para uma noite mais tardia, quando se quer cozinha japonesa sem rigidez de museu.

No terreno do Four Seasons Resort, em Jumeirah, o Nammos Dubai tem o seu próprio terraço sob as estrelas e uma sala de refeições em tons claros, com cadeiras de vime e colunas de madeira. A cozinha é mediterrânica: tártaro de atum ou de vaca, carpaccio de carabineiros com limão e azeite, massa caseira, risoto, wagyu e frango à escolha. As janelas panorâmicas abrem a vista para o mar, e a carta de bar oferece tanto clássicos como cocktails de autor — o formato serve para um jantar longo, sem pressa. Aqui funciona o contraste: uma disposição relaxada de praia, música ao vivo e um menu em que a simplicidade assenta no produto.

No ICD Brookfield Place, o chef australiano Tom Arnel construiu o menu à volta do marisco — lagosta do Atlântico Norte, ostras Kelly, caranguejo de Kamchatka. A decoração é do designer londrino David Archer, responsável pelo Chiltern Firehouse e pelo The Standard Hotel: quatro salas diferentes sob o mesmo teto — a Nurseries, ao estilo do Tribeca nova-iorquino, a Rockpool, com um tanque de pedra e aquários, o Salon, com lustres de cristal e toalhas brancas, e a Aviaries, para cocktails e música. O espaço está dividido em várias zonas, por isso é possível escolher a distância certa para a noite.

No primeiro piso do Jameel Arts Center, Karlos Frunze cozinha segundo o princípio «da quinta para a mesa»: produtos sazonais de pequenas quintas locais, técnicas escandinavas, o mínimo de excesso. A preocupação ambiental tornou-se parte do menu — fermentação, marinagem e reaproveitamento de ingredientes reduzem o desperdício. A sala mantém-se em madeira clara, com plantas vivas à volta e janelas panorâmicas com vista para a baía, o que torna o Teible uma boa escolha tanto para um almoço de negócios como para um jantar tranquilo a dois. O restaurante soa contemporâneo, mas sem se afastar do produto local e da sazonalidade.

Os três irmãos Orfali — Mohamad, Wassim e Omar — vieram para Dubai da Síria e abriram no WASL 51 MALL um bistrô onde a cozinha do Médio Oriente é reinventada sem olhar para a tradição. Mohamad está a cargo da cozinha e mistura técnicas do mundo inteiro; Wassim e Omar são pasteleiros profissionais, por isso as sobremesas são aqui um motivo à parte para visitar. Em 2023, o Orfali Bros Bistro ficou em primeiro lugar na lista MENA's 50 Best Restaurants e entrou na The World's 50 Best Restaurants. Os sabores do Médio Oriente são reconhecíveis, mas servidos como cozinha de autor, e não como um postal étnico.

A equipa de Pinsky, Istomin e Losev transportou o conceito moscovita do Loona para o Vida Residence Downtown quase sem alterações: massa caseira, pizza de forno a lenha, a pesca do dia, polpette de caranguejo com panzanella, tortellini de amêndoa e tiramisù de manga. A decoração é de Evgenia Uzhegova (Livingnow Studio, autora dos moscovitas Eva, Muse, Lila Pastry) — pedra, madeira e mármore sem fronteira visível entre a sala e a rua. Na versão de Dubai, a aposta no fogo aberto e na massa handmade lê-se especialmente bem.

No DIFC funciona um restaurante do guia Michelin com uma ideia muito clara: comida italiana simples, feita como deve ser. Os cozinheiros vêm de várias regiões de Itália, mas os ingredientes para a massa, as entradas, o marisco e as sobremesas vêm mesmo de Itália, sem concessões. A sala é clássica: madeira brilhante, aço polido, cadeirões de couro e toalhas brancas — um ambiente pensado tanto para um almoço de negócios como para um jantar à noite. Não se vem aqui pela experimentação, mas pela versão impecável de uma cozinha italiana já conhecida.

Em Dubai abriu um cantinho da cultura izakaya japonesa: mesas baixas com almofadas em vez de cadeiras, balcão e cozinha aberta à vista dos clientes. Aqui o ramen é feito à mão segundo receitas tradicionais — shoyu com molho de soja ou missô com um caldo intenso e picante —, acompanhado de gyoza de massa fina, tempura de camarão estaladiça, sushi, sashimi e pratos de vaca wagyu marmoreada. O minimalismo da decoração e os materiais naturais mantêm o foco na comida, não no cenário. O que importa aqui não é uma vista de efeito, mas o ramen, o arroz, a grelha e a sensação de uma izakaya urbana viva.

No The St. Regis Dubai, em Palm Jumeirah, este restaurante italiano trabalha os clássicos: caprese com mozzarella e manjericão, carpaccio de vaca ou de atum, massa à carbonara e à bolonhesa, ravioli com lagosta ou ricotta, risoto de marisco. A sala assenta no contraste de materiais — tetos espelhados que refletem a luz, o mármore verde-escuro do balcão ao lado do couro terracota das cadeiras e árvores vivas entre as mesas. Na carta, vinhos italianos, cocktails de autor e café. Este conjunto faz do Signor Sassi um clássico italiano elegante para uma noite na Palma.

O Loren transporta para a Palm West Beach a imagem da Riviera italiana: arcos de mármore, toalhas brancas, cadeiras estampadas com flores e um bar de madeira compõem uma sala clássica e tranquila de resort. O menu assenta numa Itália clara, sem peso a mais: tortelli Loren, cavatelli com marisco, esparguete às vôngole com botarga, risoto de camarão ou de boletos dourados. Na sobremesa, tiramisù, profiteroles de chocolate, suflê e o Loren N.º 5 da casa. Um sítio indicado para quando se quer um jantar italiano com ar de mar e uma elegância discreta.

A paleta a preto e branco com um balcão cinzento dá o tom: minimalismo sem afetação, mas com fantasia no prato. Na zona de refeições, ao balcão alto ou num cantinho com vista para o jardim — a escolha depende do estado de espírito. Ovos à turca com manteiga de chili e labneh morno de alho sobre pão lavash grelhado, uma bowl de halloumi com ovo escalfado, abacate, húmus e abóbora — a cozinha vai além do brunch habitual. Na carta de café, receitas de autor e clássicos para quem não está para experiências de manhã. É um caso raro em que o pequeno-almoço aguenta perfeitamente o estatuto de motivo de restaurante à parte.

Aqui a cozinha indiana não tem medo de se misturar com outras tradições — o chef Prashant Chipkart junta às entradas e kebabs clássicos notas de cozinhas do mundo inteiro. Mas o verdadeiro íman é a carta de bar: uma das maiores coleções de gin da cidade e dezenas de cocktails, do clássico rigoroso às misturas de autor mais atrevidas. Vitrais, ornamentos vivos nas paredes e uma luz suave criam uma atmosfera quase teatral — vale a pena vir aqui não tanto por um jantar tranquilo, mas por uma noite com espírito e um bom copo na mão.

A filial no DIFC da lendária rede do chef francês Joël Robuchon reconhece-se pela paleta de assinatura em vermelho e preto e pela cozinha aberta — dá para ver como se prepara o carpaccio, o tártaro de salmão ou a terrina de foie gras mesmo junto ao balcão de mármore. O chef de marca Roberto Torre trata as receitas originais com cuidado, por isso o risoto de cogumelos porcini e o tournedos de vaca servem-se quase como o próprio Robuchon idealizou. Mesas de madeira, chão de mármore e bancos altos ao balcão — um ambiente para quem quer um jantar com história e atenção ao detalhe.

O projeto de Mansour Bassam, no centro da cidade, é especializado em carne e marisco preparados em brasa — vem-se aqui precisamente pelo bife, cortado de uma peça cuidadosamente selecionada. Duas salas propõem ambientes diferentes: um steakhouse clássico com paredes pretas e sofás vermelhos, ou uma versão mais solene, com lustres e toalhas brancas. No terraço é mais animado e barulhento, e das janelas vê-se o Burj Khalifa. Uma boa carta de vinhos e música agradável completam a noite para quem valoriza a carne sem grandes experiências.

A equipa chama a este sítio a casa da mestria culinária japonesa — e não sem razão: o primeiro restaurante da rede abriu no Souq Mall ainda em 2014, e desde então o conceito não mudou. No menu, entradas, sopas tradicionais, sushi, rolinhos e pratos de robata, a grelha japonesa a carvão. Tons escuros, mobiliário sóbrio e materiais naturais numa decoração da equipa de Rania Hamid recriam a atmosfera de um típico sushi bar de Tóquio — contido, sem decoração a mais, com o foco na comida. Vale a pena vir aqui quando se quer cozinha japonesa no seu estado mais puro: sem excesso de molhos, mas com respeito pela técnica.

O projeto de Dubai do chef americano Michael Mina combina a cozinha clássica francesa com notas mediterrânicas — de saladas leves a marisco e bifes grelhados. Dentro do hotel Four Seasons, a decoração está à altura, luxuosa: plantas, grandes lustres, quadros nas paredes, toalhas brancas e luz suave. Merecem atenção à parte os cocktails e as sobremesas de autor. Aos sábados, do almoço ao início da noite, há aqui brunches com jazz ao vivo — um bom pretexto para esticar o fim de semana. À noite, este sítio passa facilmente de um formato de negócios para um jantar completo, com vinho e uma base francesa consistente.

Na ilha de Bluewaters, este restaurante recria a atmosfera de Mykonos: branco e azul no acabamento, muitas plantas vivas, materiais naturais em dois pisos. A cozinha é grega contemporânea: anchovas marinadas com pimento vermelho e tzatziki na secção de mezes, polvo grelhado com húmus, robalo, mussaká entre os pratos principais. Vinho ou cocktails leves acompanham a comida, e à noite a atmosfera aquece com música ao vivo e as tradicionais danças com quebra de pratos — vale mais a pena vir aqui em grupo grande e preparado para o barulho. No menu contam sobretudo os sabores gregos sem estilização pesada: peixe, mezes e uma fartura mediterrânica clara.

O restaurante do chef italiano Niko Romito, no Bulgari Resort Dubai, remete para o hotel Bulgari de Milão — o mesmo estilo elegante, fotografias a preto e branco de estrelas de cinema italianas nas paredes, um bar luxuoso e vista para o golfo Pérsico das janelas. A cozinha está a cargo do chef Giacomo Amicucci: os pratos assentam no equilíbrio e na pureza do sabor, e muitos produtos vêm diretamente de Itália. Para quem quer ter a imagem completa, há um menu de degustação — assim é mais fácil entender a lógica do menu sem se limitar a um único prato. O restaurante não entra em conflito com o luxo de resort do Bulgari, antes o traduz para a linguagem da massa, do risoto e de um serviço discreto.

No 22.º piso do Atlantis The Palm, a cozinha japonesa encontra-se com notas sul-americanas — um conceito criado pelo chef Nobu Matsuhisa. O menu tem muito marisco: salada sashimi de atum, camarão tempura com molho cremoso picante, peixe-limão com jalapeño, o missô de bacalhau negro da casa. O próprio chef recomenda pedir pelo menos três pratos principais e não passar ao lado do sushi com a sobremesa. Sofás de couro vermelho, luz quente, candeeiros pouco habituais e janelas panorâmicas com vista para a baía — um ambiente à altura de um menu arrojado. É uma morada onde uma marca reconhecível assenta não no nome, mas numa técnica estável e num produto forte.

O projeto do grupo Tashas, na costa de Pearl Jumeira, recria o espírito da Riviera — mas com uma abordagem contemporânea aos clássicos da cozinha mediterrânica. Nos pratos, azeite, tomate maduro, queijos, ervas frescas e, claro, muito marisco. Pode vir-se aqui para o pequeno-almoço, para o almoço e para o jantar — o horário permite. O azulejo vivo no chão, os painéis de mosaico nas paredes e as cores intensas da decoração não deixam a sala confundir-se com o minimalismo mediterrânico típico, e o terraço com vista para a baía é motivo à parte para ficar mais tempo.

O segundo espaço em Dubai do projeto de Dima e Alina Tyutkov, na ilha de Bluewaters, mantém os princípios da pastelaria de Moscovo: nada de açúcar refinado nem glúten nas sobremesas, muitas opções veganas e uma renúncia total ao plástico a favor de embalagens biodegradáveis. O café também é prioridade aqui — a equipa procura manter o sabor limpo da bebida, tal como na Rússia. No menu, versões wellness de pratos conhecidos: caesar, panquecas, cheesecakes. O terraço de verão e um cantinho com desenhos para colorir tornam o sítio prático para um pequeno-almoço em família.

O espaço da rede Angel Cakes no Dubai Mall é uma continuação do projeto de Dima e Alina Tyutkov, que já tem pastelarias em Moscovo, Volgogrado e Krasnodar. Aqui os pequenos-almoços servem-se o dia inteiro: bowls, tostas de abacate, shakshuka — para quem acorda mais tarde do que os outros. Na secção de sobremesas, opções sem glúten e veganas, incluindo cheesecake keto. A decoração clara está à altura do nome, e a preocupação ambiental traduz-se na renúncia total à embalagem de plástico a favor de materiais biodegradáveis. Por isso o sítio encaixa bem nesta lista de restaurantes: aqui não se bebe só café, também se pode comer como deve ser entre compromissos pela cidade.

13.08.2026